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domingo, 15 de setembro de 2013

La Giralda, Sevilla

Até aos sinos a construção é árabe
Reprodução da imagem do topo da Giralda (note-se a "vela"), à entrada da Catedral
A torre, dos sinos para cima é construção cristã. Até aos sinos é árabe. E quatro séculos separam as duas construções. Enquanto subo a interminável escadaria, reparo que a par com os degraus existe uma rampa. Finalidade? Se eu suo subindo as escadas, o que dizer de um velho “muezin” que as tinhas que subir cinco vezes ao dia, para chamar os fiéis às orações? Os sábios árabes construíram então rampas para, a cavalo, subirem até ao topo.
Olho em volta, não vejo cavalo algum. Muito menos elevador.
Prossigo, arfando, escadas acima.

Giralda, pois a estátua que está no topo da torre, gira (daí o nome: Giralda). Há uma reprodução dessa imagem no solo, à entrada da Catedral, bem perto da torre. Nela se pode ver uma espécie de “vela” presa à estátua que, com o vento, a faz girar.

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

SARDINHAS ASSADAS

RUA DA MINA

Rua Direita, Rua da Mina, Rua do Arco, Rua da Carreira. Estou numa vila ou cidade portuguesa? Errado. El Jadida, antiga Mazagão, em Marrocos, fica para lá, mas bem para lá de Marrakech. Na costa, a oeste. Ficamos na Cité Portugaise e logo somos invadidos pelo cheiro de sardinhas assadas.
A CISTERNA LUSA
─ C'est bon. C'est comme on fait les portugais. ─ Diz-me o marroquino, virando as sardinhas no fogareiro a carvão.
Os lusos não deixaram por aqui apenas a monumental muralha da vila, os canhões e baluartes e a cisterna.
MURALHAS DA CITÉ PORTUGAISE
Em 1769, cansado das investidas árabes, Marquês de Pombal fez transportar toda a população de Mazagão para o Amapá, no norte do Brasil. Lá eles fundaram Nova Mazagão.


Com direito a sardinha assada...