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terça-feira, 10 de junho de 2014

TROFÉU DA CRESCER "30 MELHORES LIVROS DO ANO 2013"


O prémio da CRESCER, "30 melhores livros do ano 2013", deu direito a um troféu. Segue a foto: é lindo (um prato em barro). Vai ficar sob a preciosa guarda da editora que tudo tornou possível, a Editora Quatro Cantos. Parabéns para Rosana e Renato.





sábado, 6 de julho de 2013

CRÍTICA NA "FOLHA DE SÃO PAULO"

Foi publicado hoje na "Folha de São Paulo", um dos mais importantes veículos de comunicação da América do Sul, um comentário a meu livro 
"Da Guerra dos Mares e das Areias".
Aqui vai, com o respectivo link:


Autor cria versão poética para explicar fenômeno das marés
LAURA MATTOS
DE SÃO PAULO
Alguém sabe por que ora a maré está baixinha e sobra aquele montão de areia na praia e ora o mar está quase chegando à calçada?
O escritor Pedro Veludo conta nesse livro sua versão poética para esse fenômeno.

As ilustrações de Murilo Silva, inspiradas na técnica de xilogravura, ajudam o leitor a navegar pela história.
Não vamos estragar aqui a surpresa, apenas contar que um dos responsáveis por isso é um búzio cor-de-rosa.
"DA GUERRA DOS MARES E DAS AREAIS"
AUTOR Pedro Veludo
EDITORA Quatro Cantos


terça-feira, 18 de junho de 2013

CRÍTICA A "DA GUERRA DOS MARES E DAS AREIAS"

Têm saído na mídia vários comentários e resenhas (felizmente até agora todos favoráveis...) sobre meu mais recente livro "Da Guerra dos mares e das Areias". Aqui vai um deles, de Stela Loducca:
14 de junho de 2013

A Guerra dos Mares e das Areias


Li hoje o livro de um escritor que eu ainda não conhecia, o português Pedro Veludo.
Da Guerra dos Mares e das Areias, ilustrado por Murilo SIlva, mexe com o imaginário da gente de uma forma muito poética.
A narrativa conta como as coisas foram se encaixando lá no comecinho do universo, como foram se formando no meio daquele rebuliço todo, cada qual tentando encontrar o seu caminho.
Montanhas que que não sabiam se ficavam juntas ou separadas, lagos que não sabiam se seriam de água doce ou salgada e assim a natureza ia tentando se ajeitar em harmonia.
Com exceção dos mares e das areias que entraram em pé de guerra numa disputa sem fim.
Os mares achavam as areias silenciosas de mais e, estas por sua vez, achavam os mares muito barulhentos. E o imbróglio segue até aparecer o búzio rosado para dar cabo da confusão.
Não vale aqui revelar o final dessa história.
Só adianto que Pedro Veludo me surpreendeu com tamanha poesia.

http://blog.opequenoleitor.com.br/livros/a-guerra-dos-mares-e-das-areias/